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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

RAID - Sernada do Vouga


Destino: Sernada do Vouga

Peregrinos: Tiagos, Rita, Pedro, Linton

Missão: Preparar o(s) novo(s) peregrino(s) para a sua promessa.

Estado: Concluído

Se tivéssemos feito um diário de bordo, provavelmente este estaria todo molhado e não seria possível lê-lo. Assim como, se tivéssemos apanhado o comboio a horas, provavelmente não apanhávamos o vouguinha. A Rita agradece o segundo, os rapazes agradecem o Primeiro.

O dia de sábado começou bem. Quando se começa a actividade antes das 3h30 há muita confusão. Uns pensavam que se começava no dia anterior, outros no próprio dia, mas com calma, conseguimos todos concluir que era no sábado a partida, mas a hora escapou a um dos elementos. Pneu furado, dizia. Esperamos todos. Só havia 2 vouguinhas. De manha e ao final da tarde. Perdemos o da hora fina, apanhamos o da hora pobre. “Ai… só havia 2? E agora o que vamos fazer? Não acredito”. Disse o elemento atrasado. “Hehe, afinal não apanhávamos. O comboio que queríamos apanhar teve um problema em Silvade”, disse, depois de obter essa resposta no subterrâneo da nossa primeira paragem. Ficamos por Aveiro.
Decidimos desenvolver as capacidades de improviso. Procuramos um meio de transporte alternativo mas sem sucesso. Era uma terra estranha (e continua a ser). “Não me digam que vamos almoçar por cá”, pensaram, talvez, 2 ou 3. A resposta foi afirmativa.
Descobrimos, em Aveiro, o restaurante ideal. Num cais de pequenos barcos. Comemos com as ondas feitas por nós, tivemos de confiar que ninguém ia mandar nenhum elemento à água. Mas não confiamos que ia uma vara.
Aveiro é uma cidade bonita, mas monótona. Sabíamos, da nossa recolha de informação, que o Vouga para a “nossa” terra só iria partir em algumas horas. Mas, achamos que Águeda seria o destino ideal para esperar esse Vouga.

Fomos à descoberta de Águeda e que grande descoberta. “Olhe, sabe como se vai para o museu?”, “Ei, espere, você é chefe?” Quem diria que furar um pneu dava tanta sabedoria. Descobrimos um chefe.
Em plena Águeda, um chefe. Apontou-nos a sua sede, convidou a irmos lá, mas, antes, tínhamos o museu para visitar. O museu possuía um horário só dele. Desistimos, vencemos um lutador que achamos no chão, demos espectáculo e fomos visitar o agrupamento de Águeda.
Era por volta do inicio da actividade de onde viemos (à qual, os rebeldes, obviamente, faltaram) e nós a visitar outro agrupamento. “Ai e tal mas para ir para Itália”. Ficamos uns a olhar para os outros. Certamente, seria a sua Sernada do Vouga. Não entendemos muito bem. Falavam em coisas com asas, capazes de voar e em formas de angariar fundos. Uma festa de carnaval com um papel diferente dos nossos. Não tinha as palavras Bifanas, Cachorros e Caldo Verde. Achamos estranho e um dos elementos do Clã de Águeda afirmou mesmo “Então vão se embora” com um sorriso. E fomos, mais tarde que esse anuncio.
Visitar um Jardim aconselhado por um agrupamento, explorar e de volta à estação. Lá conhecemos 3 pessoas curiosas, mas muito simpáticas. Adriano, Dante e um leitor de Jornal a qual escapou o nome. Enquanto vimos alguma simbologia do clã, estes, que vieram mais tarde, perguntaram-nos, curiosamente, sobre alguns símbolos. Respondemos. Jogamos também cartas com eles. Foi interessante, porque, mais uma vez, havia sempre alguém morto no jogo do costume.

Sernada do Vouga, enfim. Terra bonita para ver de Noite e ouvir lamentos de “não vamos por ai”, “Ai, por ai não”, “Tem aqui bichos?”, “Falta muito” e conclusões brilhantes como “Está a chover”, “Está escuro”. Apanhamos chuva, orientamo-nos pelo escuro, voltamos a trás, sentimos, esperamos, acompanhamos. Quem diria que a noite assustava, mas aproximava? Quem diria que a chuva molhava, desmoralizava, mas aquecia? Naquela noite, isso não importou. Seguimos para uma experiencia nova.
Em uma média maior a 10 anos de escutismo, nenhum de nós tinha montado uma tenda a chover bem. Foi a altura ideal. E conseguimos sobreviver a noite toda, com um fogão espectacular e um cozinheiro à altura. Experiencias novas, num lugar novo com uma chuva como música de fundo e as palavras a voz que acompanhava essa melodia.
Acordamos. Havia uma coisa ainda por fazer. Alias, duas. Uma era afiar os dentes do Tiago Rodrigues, necessários para a próxima tarefa. Uma vara. Uma vara que, consideramos especial. Foi abençoada por uma das maiores noites de chuva que alguma vez tivemos, cortada por dentes, canivetes e baptizada.

Hora de voltar. A saudade era grande. Demoramos a desmontar a tenda, a arrumar tudo… A sair daquele local que de noite era tão estranho e de dia tão acolhedor. E voltamos, sempre naquele espírito de quem faz as coisas porque gosta. Porque quer e por vezes é complicado poder, mas esforça-se. Que não se importa de tomar decisões em conjunto, e, em equipa, decidir o melhor caminho a seguir e ser caminheiro.

As frases mais interessantes que ficaram foram:

“Onde acaba a estrada, começa o caminheiro”

“Ainda há sonhos que se transformam em realidade . Venha falar connosco.”




terça-feira, 19 de agosto de 2008

Destino para mais um acampamento de Verão em Agrupamento foi Mortágua!



Este ano o destino para mais um acampamento de Verão em Agrupamento foi Mortágua. De jogos nocturnos para Lobitos (que nos obrigou a fazer de banderlogues sempre que um lobito nos via durante o acampamento, ou seja, a imitar um macaco), para Pioneiros (portaram-se bem: depois de tanto sacrifício, conseguiram conservar o ovo ate à refeição em que nós precisámos dele: o último dia), foi também feito parte do raid com os exploradores (que afinal não são mais lentos que caminheiros), houve ainda tempo para nós: para termos muito medo naquele labirinto escuro (só as raparigas, não vá algum sr. sentir-se ofendido com isto...), para reflexões, debates, jangadas em que as pessoas de trás mais pareciam andar de pé, para construções que deixaram aquela bacia tão solta tão solta que quando la passava alguém,era quase certo que ia parar ao chão, para comer dos petiscos dos lobitos, para grandes noitadas de sono na nossa «pirâmide» :), para berrarmos e sermos amigos... aposto que neste clã ninguém se lembra do dia em que conheceu qualquer outro caminheiro: já foi tudo há tanto tempo... à espera de um novo ano!

Clã 57

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Valongo 2008

Valongo 2008



Pediram-me para escrever ou descrever a ultima actividade. Dizem-me que o faço bem, duvido.

Penso que a distância entre dois pontos não se devia medir em metros mas em emoções. Daí esta ultima actividade não é mensurável de outra forma que não 23 sorrisos, 8 gargalhadas e duas quase lágrimas.


A actividade não foi grande, mas foi o suficiente para descobrir pensamentos e reflexões que todos fazem sobre o facto de ser escuteiro e sobre ser pessoa. Desde as relações entre as opções do dia-a-dia e as escolhas do sábado. Desde as palavras que servem como confissão, aos quadros que inspiram e espelham o mundo. Passando pelo maquina que quer congelar o que a memoria tende a esquecer…

A verdade é que o que nos uniu foi a vontade de não esquecer o que estava a acontecer. O que juntou as pessoas foi o elo que irá desaparecer no momento em que as nossas vidas tomarem rumos diferentes dos actuais. E foi isso que em grande medida foi discutido, mesmo quando discutíamos a velocidade do nevoeiro sobre o sabor de uma bebida espanhola. Não falamos sobre promessas, não fizemos cartas, não cantamos poemas, não lemos orações. Mas falamos como raras vezes o fazemos, de forma pura e honesta.


Hoje e agora, recordamos a actividade nos seus ínfimos pormenores. Desde a velhinha à entrada do comboio ao cheiro das obras numa igreja. Mas no futuro a actividade irá desvanecer-se. E aos poucos vai tornar-se num pequeno ponto nos anos de escutismo que todos os presentes carregam.
Até que por fim a actividade vai reduzir-se a poucas fotografias e à lembrança pouco clara do que realmente se passou. Mas o que verdadeiramente irá ficar para sempre. Tatuado até ao osso será o tamanho da caminhada e aí lembrarem-mos claramente que tinha 23 sorriso, 8 gargalhadas e duas quase lágrimas. Aí diremos para nós próprios “lembro-me perfeitamente”.

Foi uma boa actividade.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Raid a Drave

Raid a Drave


Miguel Torga como herói por celebrar a vida e a natureza;
Poemas ou partes deles;
Fotografias que não conseguem captar tudo o que nelas imaginamos ver;
Cheiros impossíveis de encontrar em qualquer outro lugar;
Sons puros e meios ingénuos: ora dos pássaros que ocupam o espaço que melhor lhes apetece, ora das águas que correm sempre atarefadas;
Olhar para as flores e tentar encontrá-las nos livros;
Almoçar à sombra e ao sol;
Partilhar um espaço com muitos outros lenços vermelhos e também azuis;
Divertir, conversar e partilhar os pensamentos e as recordações, desde quando éramos pequenos lobitos;
Caminhar, ter sede e calor e mergulhar, ficar com frio, secar e voltar a mergulhar;
Sol, escuridão imensa e estrelas, muitas…
Turistas que nos perguntam pelo restaurante da aldeia ou onde arranjamos os nossos paus (as varas);
Vacas que se atravessam na estrada e olham para nós com ar reprovador como se não nos fossem deixar seguir caminho;
Cabras que correm à nossa frente e respondem aos nossos «mééééés»;
Seis Caminheiros...juntos onde a Natureza ainda resiste tranquila e serena, carregada de paz e de cores...
Foi assim, preenchido com tudo isto, o nosso fim – de – semana em Drave.

Texto por Teresa Sousa


Teresa Sousa, Rita Félix, João Silva, Tiago Almeida, Linton Almeida e Tiago Rodrigues

sexta-feira, 21 de março de 2008

Nesta actividade tínhamos como objectivo a recolha e identificação de alguma flora existente nas praias de S. Félix da Marinha de modo a iniciar catalogação da fauna da nossa freguesia. Posteriormente pensamos apresentar algum trabalho relacionado com o tema, mas desta vez maravilhados com o regresso do sol à praia demos asas 'a parvónia:D


08-03-15 - Fauna (Praia de Brito)

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Acampamento/Curso de Guias e Chefes de Equipa




No último fim-de-semana do ano, teve lugar o primeiro acampamento de guias de patrulha/equipa e chefes de equipa.
Estive eu e o João na qualidade de Chefes de Equipa da Moisés. Esteve também a caminheira Rita da equipa João Baptista.

A actividade pensava eu que seria algo enfadonha. Tinha dúvidas sobre o que poderia aprender, visto que a actividade envolvia idades bastante diferentes. Rapazes e raparigas, escuteiros dos 12 aos 22 anos. É uma grande amplitude de idades, todos reunidos recebendo os mesmo conteúdos pedagógicos. Felizmente estive errado. A actividade revelou-se bastante positiva para mim e julgo que também para o João e para a Rita.

Discutimos o ideal de guia (e chefe de equipa) e as qualidades que lhe são requeridas. Entre muitas foi referido a responsabilidade, por ele e pela equipa. Fizemos também simulações de reuniões onde aprendemos como coordenar diferentes pessoas, personalidades e expectativas. Aprendemos e relembramos conceitos de orientação, de manutenção de material, de pioneirismo e no fim como perceber alguns ritos eucarísticos.

Mas mais do que aprender dados técnicos e humanos que cada vez mais são obrigatórios à qualidade de Chefe de equipa ou guia de equipa/patrulha. Este fim-de-semana foi realmente interessante para mim, como caminheiro, pela minha aproximação às realidades das outras secções e dos nossos “irmãos mais novos”. Aprendendo com eles, com os dirigentes mas também ensinando. Sabendo que a nossa experiencia serviu para os restantes escuteiros perceberem melhor a importância fulcral de um guia na equipa e na secção.
Percebendo de igual forma que o papel do Chefe de Equipa no Clã continua a ser igualmente importante como nas demais secções. Como elemento de responsabilidade, de lealdade e de equilíbrio entre os caminheiros.



Além disto tudo, reafirmei a minha ligação com o meu adjunto, discutindo informalmente as estratégias para a equipa e para nós. A esta discussão juntou-se a Rita, que embora não tendo nenhum cargo, deu-nos a sua visão de equipa e caminheiros.

Gostava de vos poder contar mais, mas como se disse por lá “o concelho de guias está sujeito ao sigilo”. Mas garanto-vos que foi deveras positivo.

Gavião Voador

(As fotos são da Exploradora Julieta, para ver click aqui

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

O delírio do magusto! - 10-11-07




Estávamos todos muito expectantes em relação ao magusto. Ou será que estávamos só muito ansiosos por provar aquele bolo que esteve toda a tarde em cima da nossa mesa de reunião?! Bem, este ano foi o Grupo Pioneiro o responsável pela organização desta actividade. Claro, que algumas das tarefas foram divididas pelas outras secções. E, para além de termos cortado centenas e centenas de castanhas, também ficámos responsáveis por servir as bebidas, os bolos, cafés e licores .Achávamos nós que seria fácil! Mas fácil não é bem o termo adequado, eu diria mais divertido! Sim, foi divertido ver dezenas e dezenas de pessoas a entrarem naquela Escola (espaço onde se realizou o magusto) com vontade de partilhar não só o jantar e as castanhas, mas sobretudo aquele espírito de festa, de união. E as caminheiras/os não tiveram mãos a medir! As bebidas desaparecem num ápice, os bolos (sim, o bolo da reunião) foram-se! Para se tomar café fazia-se filas de 5 a 6 pessoas:) Foi o verdadeiro delírio! Ninguém contava com tanta gente. Ninguém esperava que à 1h da manhã ainda estivessem pais a cantar no espaço que recebeu, não só a voz de um fadista, mas também as próprias actuações das secções. O clã, nesta actividade, esteve muito bem representado e foi fundamental para o Agrupamento perceber que afinal está mais do que vivo. Perceber que podemos todos ser um Girassol, à procura do melhor Sol, a lutar por condições melhores, mas sobretudo saber que vamos florir num jardim, com a ajuda e o apoio de todos aqueles que lá estiveram. Os nossos pais. Convidados por nós. Servidos por nós. Porque, o Escutismo quando é vivido assim, acaba por ser também uma forma de vida. Soube-me bem partilhar aquele momento convosco.

E até o próximo S. Martinho (espera-se que este com mais castanhas:))

P.S. (Tiaguinho traz outro bolo esta semana?!)
P.S.1 As fotos estão na galeria publica do André lima (clica aqui)
P.S.2. Acho que podemos também fazer aqui um aparte sobre o jornal feito e editado pelos nossos exploradores, que chegou a muitos agrupamentos via e-mail, chama-se jornal_dos_pistas_verdes_575 ! Espero que tenha vindo para ficar:)

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Passagens...



Uma calorosa recepção aos noviços ao som do grande sucesso do verão:P

“Um girassol, florindo no jardim
Buscando a Luz do Sol
Sorrindo para mim
Eu também sou um grande girassol,
Procuro a luz de Deus
E Sou Feliz assim.
Tenho mil sementes de Amor para te dar
Tenho mil ternuras para lhe dar
Tenho mil carinhos para lhe dar.”

sejam bem-vindos ao Clã 57

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

domingo, 7 de outubro de 2007

De volta…

Informal Meeting of Clã 57

Foi nos passados dia 22 e 23 que o Clã se refugiou em Guimarães para um fim de semana em que havia como únicos objectivos programar o próximo ano escutista e estar tão somente em grupo. Nada melhor que o berço de Portugal para começar a desenhar mais um conjunto de projectos que nos levem a um ano ainda melhor que o terminado. Depois da viagem de comboio e de um almoço à escuteiro, fomos muito bem recebidos pelo agrupamento de S. Dâmaso cujos chefes nos encontraram por acaso e nos convidaram a visitar a sua sede; depois partimos para a sede do Agrupamento de Azurém, local de pernoita. Após várias horas a discutir ideias, houve ainda tempo para visitar a cidade à noite, para a Eucaristia com o Agrupamento de Dâmaso e para conhecer a mais antiga das sete maravilhas de Portugal, o Castelo de Guimarães; o Palácio dos Duques de Bragança e a Igreja de S.Miguel, local de baptismo de D.Afonso Henriques. No entanto, por toda a cidade há um rasto de história que parece culminar na belíssima Praça de Santiago, para a qual, dizem, foi trazida uma imagem da Virgem Maria pelo Apóstolo S.Tiago; mas há também uma forte marca de inovação, de restauro cuidado e de juventude trazida em parte à cidade pelo seu pólo Universitário. De Guimarães, local de nascimento e ponto de partida para o crescimento de Portugal, fica lançado o mote para que todos nós cresçamos! Cresçamos sobretudo uns com os outros, com momentos de partilha e de trabalho como os que foram vividos neste fim de semana. Como nos disseram por lá, «não se esqueçam de ser felizes».


Canhotas,
Clã 57

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Voltamos!!!!! Tribo CHUA!!!!

Voltamos do XXI ACANAC com muitas historias para contar, mas isso deixo a cargo da imaginação cor de rosa, por agora ficam algumas fotos:)

ACANAC 2007

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Já está quase!!!






E já falta muito pouco para o ínicio do Acanac:) Por isso temos vindo a trabalhar para que tudo corra pelo melhor! A madeira já está cortada, os encaixes já estão feitos, a arca já está cheia e pesada! Agora é dar os últimos retoques e esperar que chega a madrugada do dia 31 de Julho:)

Até já!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

GENS*

*diz-se vamos paraGENS!

Depois do que o Pedro disse era quase desnecessário acrescentar mais alguma coisa, mas como somos duas equipas tinha também de referir o sentimento comum que partilhamos em equipa embora em ocasiões diferentes. As ideias que tínhamos para o fim-de-semana foram-se alterando de maneira inesperada e descobrimos que o acaso e alguns contratempos que ultrapassamos nos gravam na memória momentos admiráveis.
Para a equipa S. João Batista (JB) tudo começou na linha, partimos apressados e amimados pela nossa excelente qualidade musical, contudo e como temos na nossa equipa uma recordista do guiness em ‘lesões em actividades escutistas’ tivemos o azar de desta vez a dor surgir logo no primeiro dia mesmo antes do almoço, tentamos de tudo, tratamento de choque, bálsamo e nem com a receita prescrita depois de almoço a dor passou, ficamos assim com menos um elemento… este contratempo uniu-nos a todos de um modo muito peculiar e continuamos com toda a animação cantado talvez: “a vida é uma estrada sem fim e sinto que alguém a conduz” (irremediavelmente esta musica foi mesmo levada á letra e na tentativa de aliviar a nossa consciência pedimos agora desculpa á equipa Moisés). Subimos então a montanha, gritamos, admiramos a sua grandiosidade e traçamos o nosso caminho. Partimos para Gens terra que dá nome a este post, pois lá encontramos o nosso descanso e encontramo-nos não só como equipa mas como clã…
As restantes 24 horas em clã ficam para outro capítulo ou autor, pois historias para contar não faltam com certeza:)

As vezes mais importante que seguir o rumo que traçamos é encontramo-nos lado a lado como amigos caminheiros (a nossa base deveria ser feita com 2 toldes e um colchão de ar..)

terça-feira, 26 de junho de 2007

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Tasquinhas 2007






Este fim-de-semana (7,8, e 9 de junho) realizou-se em S. Felix da Marinha, na Granja as Tasquinhas e feira de Artesanato. O evento foi organizado pela Junta de Freguesia e pela A Jovem – Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de S. Félix da Marinha. A Feira já vai na sua terceira edição e teve animação constante para todos os gostos. Havou grupos de bombos, dança, ginástica, karaoke, teatro de rua, folclore e concertos dos grupos «Polk – Irish and Folk Music», Tuna Académica da Faculdade de Economia, das Tayti, dos I.R.S. e dos Blackberry. No sábado, dia 9, ainda decorreu a tradicional a ida a banhos e o desfile de trajes antigos.
Durante o evento, decorreram várias actividades de carácter cultural, com a presença de alguns convidados ilustres, destacando-se a apresentação do livro «Eça de Queiroz e seus Clones», pelo autor e jornalista, António Eça de Queiroz.

Aos escuteiros este ano foi-nos pedido que ficassemos responsaveis pela animaçao das 15h as 16h. Assim, cada secçao preparou um conjunto de jogos tradicionais, mas alusivos ao escutismo, como o jogo do KIM. Alem dos escuteiros e crianças que passavam, também os pais foram convidados a jogar! Os caminheiros também estiverem presentes, auxiliando o grupo pioneiro nos diferentes jogos!
Para o ano ha mais e certamente será cada vez melhor!

domingo, 10 de junho de 2007

Colher felicidade



Chegou ao fim, no passado dia 9 de Junho, o conjunto dos encontros que o Clã 57 promoveu para o Projecto Presentes para a Paz – Escutismo em Extensão. Juntámo-nos mais uma vez para percebermos que é possível ser-se feliz na diferença e que, também aqueles que se entregam no apoio aos nossos irmãos diferentes colhem, eles próprios, felicidade.
Catarina Vigário, caminheira do nosso Clã, falou-nos da sua experiência – realização de um trabalho para a faculdade – de trabalho com crianças escuteiras com deficiência. De um menino com paralisia cerebral que o impede de se deslocar autonomamente, disse que “nunca deixa de fazer nada!”, pode demorar mais uns minutos, mas acaba sempre por fazer o que é pedido aos seus colegas e a si próprio. Provavelmente, a incapacidade das pessoas com deficiência é mais produzida por nós – “os normais” – do que por eles. Como afirmou Valter Sá, psicólogo e dirigente do nosso Agrupamento, “ a Sociedade confere uns princípios difíceis de mudar”; apresentou-nos o exemplo de uma criança que brinca com um amigo deficiente, no entanto, à medida que cresce, vai sendo invadida por ideais preconceituosos e egoístas, que acabam por afastá-la e mesmo por lhe provocar riso quando vê o seu (“ex”) amigo que agora passou a ser o “deficiente”. Já o Dr.Abel Magalhães, também psicólogo, com muitos anos de serviço e entrega, mostrou-nos com o seu experiente e sábio testemunho que as pessoas diferentes “são sementes que se nós soubermos cuidar delas, nos darão momentos de alegria que nós não esperávamos”. Sermos felizes, fazendo os outros felizes…No fim da sessão(e depois da meia-noite), ainda tivemos a oportunidade de cantar os Parabéns ao Dr. Abel que no dia 10 de Junho completava 70 anos de vida! Brindámos com o habitual vinho do Porto, mas também cantámos “Deus está aqui…”, como forma de presentear o nosso aniversariante e a própria vida!
O fim dos nossos encontros não significa o fim do projecto, depende de cada um de nós continuar a alimentá-lo ou deixá-lo morrer. Com este trabalho, conseguimos, entre outras coisas, um enorme enriquecimento pessoal e ainda fazer com que fosse aprovada uma moção no Conselho Nacional Planário, realizado em Maio, que, temos essa esperança, contribuirá para uma mais facilitada integração da pessoa diferente no Escutismo e na Sociedade. Como dizia S.Tomás de Aquino, “a esperança mais não é do que a posse actual de um bem futuro”.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Bandeirola de merito!


Este fim-de-semana (26 e 27 de Maio) realizou-se em Fátima o Conselho Nacional plenario, só para Chefes. O nosso Agrupamento, como nao podia deixar de ser, foi representado pelo chefe de Agrupamento, Ch. Costa e Silva e pela Chefe Carla, da III secçao. Foram também convidadas a estarem presentes no dia 26, todas as secçoes que ficaram entre o 1º e o 10º lugar nas pontuaçoes, no jogo do centenario, para receberem a bandeirola de merito. Assim, do nosso agrupamento foram os representantes da I secçao (dois chefes e dois lobitos) que ficaram em 3º lugar, e da IV (chefe de clã e 3 caminheiros), que ficou em 8ºlugar a nivel nacional.
A viagem foi bastante animada;) Os lobitos estavam ansiosos, nao podiam perder este acontecimento por nada. Tomaram o pequeno-almoço à pressa, a camisa impecalvelmente metida dentro das calças, o lenço bem dobrado, e os olhos a brilharem;) Os caminheiros divertiram-se com as muitas historias contadas pelo chefe de Clã.
Quando chegamos lá, fomos encaminhados para a sala onde o conselho se realizava. À nossa espera tinhamos um sapo gigante e simpatico, com quem tirámos fotografias e partilhamos bons momentos;) Depois de ouvirmos o Bispo do Porto a falar, deu-se inicio à entrega das bandeirolas. Ao fim de algum tempo, constatamos que a regiao de setubal estava em franca maioria! Mas nao deixámo de fazer a nossa festa e elevar o nome da regiao do porto e do nucleo Douro-sul! Afinal, o 575 foi reconhecido em duas vezes distintas! O clã, já com a bandeirola de merito na mao, tirou ainda fotos com o Chefe nacional, que convidou todas as secçoes distinguidas para um almoço!
Durante este almoço, conhecemos um cHEFE ( Abraao é que é fixe) que vai ficar a orientar um dos dias do acanac da IV!
Depois do almoço e do discurso do Chefe Nacional, fomos até ao santuario, discutimos de que lado estava o pedaço do muro de berlim (ok, eu perdi), vimos as obras da nossa Igreja, ponderámos a possibilidade de se fazer lá um concerto dos u2 ( eu nunca escrevi isto) e viemos embora (bem, ainda tivemos tempo para tirar fotos áo estendal de roupa que alguem pôs num parque de estacionamento)!
Quando chegámos a sede, demos logo um destaque especial a Bandeirola, que ficou, até ao Acanac, na Vara de Clã;)