Mostrar mensagens com a etiqueta Acampamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Acampamento. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Destino para mais um acampamento de Verão em Agrupamento foi Mortágua!



Este ano o destino para mais um acampamento de Verão em Agrupamento foi Mortágua. De jogos nocturnos para Lobitos (que nos obrigou a fazer de banderlogues sempre que um lobito nos via durante o acampamento, ou seja, a imitar um macaco), para Pioneiros (portaram-se bem: depois de tanto sacrifício, conseguiram conservar o ovo ate à refeição em que nós precisámos dele: o último dia), foi também feito parte do raid com os exploradores (que afinal não são mais lentos que caminheiros), houve ainda tempo para nós: para termos muito medo naquele labirinto escuro (só as raparigas, não vá algum sr. sentir-se ofendido com isto...), para reflexões, debates, jangadas em que as pessoas de trás mais pareciam andar de pé, para construções que deixaram aquela bacia tão solta tão solta que quando la passava alguém,era quase certo que ia parar ao chão, para comer dos petiscos dos lobitos, para grandes noitadas de sono na nossa «pirâmide» :), para berrarmos e sermos amigos... aposto que neste clã ninguém se lembra do dia em que conheceu qualquer outro caminheiro: já foi tudo há tanto tempo... à espera de um novo ano!

Clã 57

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Acampamento/Curso de Guias e Chefes de Equipa




No último fim-de-semana do ano, teve lugar o primeiro acampamento de guias de patrulha/equipa e chefes de equipa.
Estive eu e o João na qualidade de Chefes de Equipa da Moisés. Esteve também a caminheira Rita da equipa João Baptista.

A actividade pensava eu que seria algo enfadonha. Tinha dúvidas sobre o que poderia aprender, visto que a actividade envolvia idades bastante diferentes. Rapazes e raparigas, escuteiros dos 12 aos 22 anos. É uma grande amplitude de idades, todos reunidos recebendo os mesmo conteúdos pedagógicos. Felizmente estive errado. A actividade revelou-se bastante positiva para mim e julgo que também para o João e para a Rita.

Discutimos o ideal de guia (e chefe de equipa) e as qualidades que lhe são requeridas. Entre muitas foi referido a responsabilidade, por ele e pela equipa. Fizemos também simulações de reuniões onde aprendemos como coordenar diferentes pessoas, personalidades e expectativas. Aprendemos e relembramos conceitos de orientação, de manutenção de material, de pioneirismo e no fim como perceber alguns ritos eucarísticos.

Mas mais do que aprender dados técnicos e humanos que cada vez mais são obrigatórios à qualidade de Chefe de equipa ou guia de equipa/patrulha. Este fim-de-semana foi realmente interessante para mim, como caminheiro, pela minha aproximação às realidades das outras secções e dos nossos “irmãos mais novos”. Aprendendo com eles, com os dirigentes mas também ensinando. Sabendo que a nossa experiencia serviu para os restantes escuteiros perceberem melhor a importância fulcral de um guia na equipa e na secção.
Percebendo de igual forma que o papel do Chefe de Equipa no Clã continua a ser igualmente importante como nas demais secções. Como elemento de responsabilidade, de lealdade e de equilíbrio entre os caminheiros.



Além disto tudo, reafirmei a minha ligação com o meu adjunto, discutindo informalmente as estratégias para a equipa e para nós. A esta discussão juntou-se a Rita, que embora não tendo nenhum cargo, deu-nos a sua visão de equipa e caminheiros.

Gostava de vos poder contar mais, mas como se disse por lá “o concelho de guias está sujeito ao sigilo”. Mas garanto-vos que foi deveras positivo.

Gavião Voador

(As fotos são da Exploradora Julieta, para ver click aqui

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Coimbra

Projecto Pessoal de Vida. Foi nisto que trabalhámos nos dias 8 e 9 de Dezembro em Coimbra. Todos os anos os Caminheiros escolhem um ou dois dias para, quase numa espécie de retiro, transmitirem aos novos elementos a mística do Caminheirismo e fazerem o seu PPV. Neste projecto tentamos de forma colectiva e, acima de tudo, individual, reflectir sobre o que cada um de nós fez no ano que finda e nos planos que temos e queremos cumprir. Como forma de melhor sentirmos a responsabilidade dos objectivos a que aspiramos, o nosso PPV ficha fechado até ao momento em que cada um o decidir abrir. Agora, numa altura em que se multiplicam os planos para o novo ano, seria interessante se cada pessoa, mesmo quem não é escuteiro, tirasse uns momentos do seu tempo e parasse. Parasse para pensar no seu projecto pessoal de vida. Podia mesmo escrevê-lo e abri-lo pró ano…só assim perceberemos se evoluímos ou se não passamos de Seres andantes carregados de boas intenções e vazios de acções.

domingo, 7 de outubro de 2007

De volta…

Informal Meeting of Clã 57

Foi nos passados dia 22 e 23 que o Clã se refugiou em Guimarães para um fim de semana em que havia como únicos objectivos programar o próximo ano escutista e estar tão somente em grupo. Nada melhor que o berço de Portugal para começar a desenhar mais um conjunto de projectos que nos levem a um ano ainda melhor que o terminado. Depois da viagem de comboio e de um almoço à escuteiro, fomos muito bem recebidos pelo agrupamento de S. Dâmaso cujos chefes nos encontraram por acaso e nos convidaram a visitar a sua sede; depois partimos para a sede do Agrupamento de Azurém, local de pernoita. Após várias horas a discutir ideias, houve ainda tempo para visitar a cidade à noite, para a Eucaristia com o Agrupamento de Dâmaso e para conhecer a mais antiga das sete maravilhas de Portugal, o Castelo de Guimarães; o Palácio dos Duques de Bragança e a Igreja de S.Miguel, local de baptismo de D.Afonso Henriques. No entanto, por toda a cidade há um rasto de história que parece culminar na belíssima Praça de Santiago, para a qual, dizem, foi trazida uma imagem da Virgem Maria pelo Apóstolo S.Tiago; mas há também uma forte marca de inovação, de restauro cuidado e de juventude trazida em parte à cidade pelo seu pólo Universitário. De Guimarães, local de nascimento e ponto de partida para o crescimento de Portugal, fica lançado o mote para que todos nós cresçamos! Cresçamos sobretudo uns com os outros, com momentos de partilha e de trabalho como os que foram vividos neste fim de semana. Como nos disseram por lá, «não se esqueçam de ser felizes».


Canhotas,
Clã 57

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Voltamos!!!!! Tribo CHUA!!!!

Voltamos do XXI ACANAC com muitas historias para contar, mas isso deixo a cargo da imaginação cor de rosa, por agora ficam algumas fotos:)

ACANAC 2007

quarta-feira, 4 de julho de 2007

GENS*

*diz-se vamos paraGENS!

Depois do que o Pedro disse era quase desnecessário acrescentar mais alguma coisa, mas como somos duas equipas tinha também de referir o sentimento comum que partilhamos em equipa embora em ocasiões diferentes. As ideias que tínhamos para o fim-de-semana foram-se alterando de maneira inesperada e descobrimos que o acaso e alguns contratempos que ultrapassamos nos gravam na memória momentos admiráveis.
Para a equipa S. João Batista (JB) tudo começou na linha, partimos apressados e amimados pela nossa excelente qualidade musical, contudo e como temos na nossa equipa uma recordista do guiness em ‘lesões em actividades escutistas’ tivemos o azar de desta vez a dor surgir logo no primeiro dia mesmo antes do almoço, tentamos de tudo, tratamento de choque, bálsamo e nem com a receita prescrita depois de almoço a dor passou, ficamos assim com menos um elemento… este contratempo uniu-nos a todos de um modo muito peculiar e continuamos com toda a animação cantado talvez: “a vida é uma estrada sem fim e sinto que alguém a conduz” (irremediavelmente esta musica foi mesmo levada á letra e na tentativa de aliviar a nossa consciência pedimos agora desculpa á equipa Moisés). Subimos então a montanha, gritamos, admiramos a sua grandiosidade e traçamos o nosso caminho. Partimos para Gens terra que dá nome a este post, pois lá encontramos o nosso descanso e encontramo-nos não só como equipa mas como clã…
As restantes 24 horas em clã ficam para outro capítulo ou autor, pois historias para contar não faltam com certeza:)

As vezes mais importante que seguir o rumo que traçamos é encontramo-nos lado a lado como amigos caminheiros (a nossa base deveria ser feita com 2 toldes e um colchão de ar..)

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Recarei - Gens

A ideia era preparar um ROVER, ganhar capacidade para caminhadas. Ao mesmo tempo acabar com a caminhada de Noé e iniciar a temática de Abraão. Tudo isto num raid acima de tudo vocacionado para as equipas.

 A minha equipa mostrou ser como sempre foi durante o tempo em que estou cá. Uma equipa em que as palavras e os olhos mandam mais do que as pernas. Esta foi uma saída sentida, em que senti que estava mais perto do que nunca de conhecer as pessoas que me acompanham há vários anos. Senti que os montes que subi são difíceis de reconhecer quando se chega ao topo. Senti que todo o suor que foi empenhado é fácil de recuperar com uma última gota de água, oferecida pelo amigo que verdadeiramente é meu irmão.
 Não é preciso estar no Evereste para estar no sítio mais alto do mundo. Contemplação do esforço, sentir na mochila o peso do corpo. Subir o monte é estar perto do céu, subi-lo com amigos é estar perto de Deus. Na minha equipa todos nos podemos orgulhar de sermos diferentes, de termos o gosto de parar e apreciar o mundo e o progresso feito. Com um olho no próximo passo e o outro olho no irmão que nos acompanha. Últimos a chegar? Não, os primeiros a olhar.

Com a minha equipa foi possível estar debaixo da luz do sol e da lua, mesmo a chover.
 

segunda-feira, 5 de março de 2007

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007





Acampamento de Carnaval

Acampamento de Carnaval em S. Jacinto!
Apesar de ser a terceira ou quarta vez que acampamos em S. Jacinto, a verdade é que este lugar torna-se com o passar dos anos num local cheio de recordaçoes e historias para contar! Neste acampamento havia muito para contar, mas acaba por ser complicado transmitir o que realmente sentimos, em meras palavras...
O tema do clã é a Arca de Nóé, daí que o imaginario do acampamento tenha girado em torno da Arca. Se entravamos ou nao, se estavamos preparados para desprendermo-nos dos bens materiais e que por vezes ate acabam por serem inuteis. Debatemos, conversamos, rimos e partilhamos!
Todos nós consideramos que estamos preparados para a longa viagem até chegarmos ao Homem Novo, até o diluvio cessar e avistarmos Terra.
Mas todos nós também sabemos que só conseguiremos alcançar os nossos objectivos se permanecermos juntos, com os lenços cor de fogo unidos pelo nó direito, com uma mistura do lenço verde para nos guiar neste caminho!
Com a chegada da noite aumentou a vontade de continuar a caminhar, de mostrar aos pioneiros que o Clã estará sempre pronto a servir, a guia-los e a acolhe-los enquanto escuteiros!
O jogo nocturno preparado pela Clã para os pioneiros foi a prova disso! Claro que foi uma decisao dificil...Estava frio, a noite já ia longa, mas nao podia ter corrido melhor! E para "receber" o amanhecer nada melhor do que o lava-pes e a primeira refeiçao da manha(isto sem esquecer a parte do sapo pelo meio) Foi um momento de partilha...
Com a tarde, veio o raid, a visita ao Bacalhoeiro, a entrada para o barco(analogia com a arca) e a assinatura da Carta de Clã, tb este um momento importante e de responsabilizaçao para o Clã.
O acampamento estava prestes a acabar e os caminheiros ainda nao sabiam o que era dormir...mas na mesma assim nao deixamos de aprsentar e de animar o fogo de concelho, fogo este que teimava em nao acender...mas a conga partiu tudo e pôs todos a mexer!
No ultimo dia a chuva chegou para ficar...mas a verdade é que acampamento que é acampamento tem de chover...Todos com a mochila ás costas, exploradores carregados, as nossas varas a servirem de apoio, desta vez sem a cançao do adeus, mas com o gd filme do Meco na cabeça!

Claro que há muito para melhorar, mas este momentos já ninguem nos tira! Sao nossos, foram vividos por nós!

Um novo desafio se avisinha...

domingo, 14 de janeiro de 2007

Clã 57 em Terras dos Templários (05/06)


O texto que se segue e as fotos fazem parte do relatório de actividades 05/06 e reportam uma actividade de quatro dias realizada pelo Clã, lembranças do ano passado em que a nossa mística se baseava na Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia.

"Terra à vista, Índia à vista... Chegamos

Nestes quatros dias fizemos 1 exaustivo raid, apelidado entre nós como “raid dos templários”. Saímos na estação de Fátima no dia 28 à noite percorrendo o caminho até à cidade de Tomar, pernoitando na sede dos escuteiros desta mesma cidade, onde aprofundamos os conhecimentos sobre os templários, estes iram tornar-se úteis no dia seguinte.


No dia seguinte, 29, fomos ao belo castelo e convento de Cristo, onde aprofundamos algumas relações entre a ordem de Cristo e os descobrimentos. Após o almoço partimos para Constância, passando pela imponente barragem de Castelo de Bode. Sendo esta a maior e mais difícil etapa da nossa caminhada. Passamos a noite na corporação de bombeiros de Constância, onde fomos bem recebidos. Aprofundamos neste dia o papel do caminheiro no agrupamento e nas decisões desse mesmo.


Na manha de 30 de Abril fomos à descoberta de Constância, onde se diz que Camões viveu, esse mesmo que contou a epopeia dos portugueses na viagem à Índia. De modo a preparamo-nos para a chegada à Índia assistimos à celebração da palavra e logo a seguir partimos em direcção ao castelo de Almourol, que para nós simbolizava a Índia. Ao chegarmos dirigimo-nos directamente ao castelo onde desembarcamos, estávamos na Índia. Nesse dia pernoitamos junto ao castelo e aprofundamos os totens pessoais e a observação das estrelas e constelações que nos guiaram no caminho.


No último dia partimos pelas margens do Tejo em direcção ao Entroncamento onde avaliamos a actividade durante a espera pelo comboio que nos traria de volta a casa."