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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007







Vigilia de oraçao - Partidas

No dia 9 de Fevereiro realizou-se na Igreja de S. felix da Marinha a vigilia de oraçao q tinha como tema Semear, Crescer e Colher(Tema do ano escutista do Agrupamento)! Esta vigilia serviu para preparar as promessas que se realizaram no sabado e simultaneamente para se realizar as partidas de alguns caminheiros.
Assim á entrada oferecemos a cada convidado uma espiga de trigo e para os caminheiros que fariam a sua partida nessa noite, o cla fez uma fogueira como simbolo de boas vindas aquela cerimonia e para que estes mantenham a chama acesa nas suas vidas!
Como nao podia deixar de ser, o momento mais emotivo da noite foi mesmo a partida de 7 caminheiros, a Liliana, o Rui Pedro, o Artur, o Filipe, o Ricardo, o Zeze e o Bruno. Uma parte destes caminheiros iniciou a sua vida escutista no momento em que o nosso agrupamento foi fundado. Foram exploradores, pioneiros e caminheiros...E apesar de alguns deles nao continuaram no escutismo o cla nao podia deixar de lhes desejar um bom caminho, nesta nova vidas que eles vao iniciar.
"A partida significa que estes caminheiros acabaram de percorrer mais uma etapa da vida de escuteiros, que duraram e valeram por tudo aquilo deram ao movimento escutista.
Como tal, levam ás costas a mochila que, para nós escuteiros, simboliza o desprendimento e a determinaçao de renunciar ao superfluo e é sinal de peregrinaçao. A vara bifurcada continuará a servir de amparo no cansaço da jornada e irá lembra-los que devem sempre optar pelo caminho do Bem. Dentro da mochila, colocaram a tenda, que servirá de abrigo para o caminho. Nela recolherao para descansar e refectir sobre a jornada. O pão será o alimento para o caminho, simbolo de solidariedade humana e força para o trabalho. O fogo (vela- luz) - convosco caminhará o Senhor, Luz do Mundo. Esperasse que deixem atrás de vós um sulco luminoso, o do vosso exemplo. E por ultimo foi entregue a Biblia, porque nela encontrarao sempre a verdade." (vigilia de oraçao)

E foi ao som do Hino de S.paulo e posteriormente da leitura de um poema a falar sobre a Mãe que terminou a vigilia.

Mas lembrem-se..."Escuteiros uma vez, Escuteiro para toda a vida"...

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007



Sábado passado fomos cortar as varas para os noviços que esta semana fazem a sua promessa. Fica aqui uma compilação retirada algures da Internet:

“Os caminheiros e dirigentes usam uma vara bifurcada na extremidade superior, cuja altura (base da forquilha) não deve exceder a axila do seu portador. Esta vara também é conhecida por tronca e deve ter uma extremidade maior que a outra, lembrando ao Caminheiro a incessante necessidade a que estará sujeito, de tomar ou renovar decisões perante as várias encruzilhadas da vida com que se deparará no seu longo caminho em busca do Homem Novo.

A vara foi adoptada pelo Fundador do Escutismo, Lord Baden-Powell, por causa da sua utilidade durante uma das campanhas militares em que participou, nas selvas da África Oriental. Usava-a para testar profundidade dos pântanos e ribeiros escuros; para proteger o rosto quando avançava por mato denso; para tactear o seu caminho no escuro; e para carregar a trouxa por cima do ombro quando atravessava rios.

A vara também é conhecida entre alguns escuteiros por bordão (dicionário: pau que serve para apoio de quem caminha). A vara do escuteiro não deve exceder a altura do seu portador e deve ter cerca de 3cm de diâmetro (do antigo Regulamento Geral do CNE). No Regulamento Geral do CNE pode-se ler: Anexo 4. Saudações escutistas 1.4 Saudação com vara Faz-se, quando uniformizado e transportando vara, cruzando o antebraço esquerdo horizontalmente à frente do peito, tocando com os dedos em saudação a vara que deve estar vertical, paralela ao lado direito do corpo, segura com o braço estendido e encostada a meio do pé direito.

A vara do escuteiro pode ser decorada, por exemplo, com: marcas de tinta das cores da patrulha/equipa; código morse e homógrafo; uma falcaça feita com espia (serve de pega para a mão) que pode ser desfeita e usada a espia para qualquer necessidade; pontinhos pretos ou pirogravados por cada noite de campo; assinaturas de chefes importantes ou grandes amizades dentro do escutismo; desenhos escutistas, animal totem, flor de lis, etc; uma bússola pequena (tipo as das facas-de-mato de sobrevivência) na extremidade superior da vara; uma régua rudimentar (até 1 metro, de meio em meio centímetro); base (extremidade inferior) em metal (exemplo carica) para evitar desgaste da madeira em contacto com o chão nas grandes caminhadas; a inscrição do totem pessoal; o teu animal totem, em plástico, no topo da vara; etc.”